Mostrando postagens com marcador medicamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador medicamento. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Aprenda a tomar comprimidos do jeito certo

Quando a prescrição médica é à base de comprimidos, as dúvidas começam a surgir: será que posso tomar com leite? Posso diluir em água? Será que posso partir o comprimido ao meio? Antes de decidir por si próprio, a melhor alternativa ainda é a busca por um profissional (médico, enfermeiro ou farmacêutico) para verificar a melhor forma de o medicamento ser ingerido sem prejuízos para o tratamento e para a saúde.

O clínico geral Flavio Tocci ressalta que o medicamento também deve respeitar o horário e a dosagem recomendadas na receita. "É preciso que a medicação seja ingerida em um mesmo período para que haja a absorção ideal pelo organismo ", completa o especialista. Alguns medicamentos também seguem a liberação sustentada, que são distribuídos no organismo ao longo do dia ou tem como objetivo uma área específica do corpo antes de dissolver. A seguir, o médico tira as dúvidas sobre a ingestão dos comprimidos.


Beber com leite

É comum muita gente adotar o hábito de tomar o comprimido com leite na tentativa de proteger o estômago da agressão provocada pela química do remédio . A medida até é benéfica, mas para os casos em que a pessoa está em jejum. Só que mesmo assim, a prática deve ser feita somente sob orientação médica. "O leite pode cortar o efeito de alguns medicamentos, como é o caso de antibióticos, pois ele irá fazer com que o estômago libere o suco gástrico, que poderá anular a ação do medicamento", diz Flácio Tocci. "Já os anti-inflamatórios são aconselhados para serem tomados com leite, pois o estômago será preparado para receber o comprimido, evitando que dores apareçam. Mas, sempre que houver a possibilidade da ingestão do comprimido com leite, o médico deverá orientar o paciente", explica.

Partir ao meio

Outro procedimento muito comum para quem faz uso de comprimidos é quebrá-los ao meio. E aí os motivos vão desde adaptar uma dosagem superior a da receita; fazer o medicamento durar mais dias do que o previsto, para facilitar na hora de engolir ou até mesmo para atender a recomendação do próprio médico . Só que a medida pode comprometer o tratamento em razão da dosagem que não é respeitada.

Partir o comprimido pode alterar a dose por vários fatores. Quando é quebrado, normalmente há uma perda. Aquela parte que se esfarela dificilmente é recuperada e consumida. Outro ponto é que, muitas vezes, as substâncias da formulação do medicamento também estão concentradas em níveis diferentes nas duas metades do comprimido. Isso sem contar que é difícil alguém conseguir partir o comprimido exatamente ao meio. De acordo com Flávio Tocci, o ideal é sempre procurar a dosagem que foi prescrita pelo médico. "Quando há a necessidade de partir, existem os comprimidos sulcados (linha que facilita o corte) que possibilitam a quebra e a partição fica mais precisa", afirma o clínico geral. "Outra técnica é usar aparelhos específicos, como os trituradores e partidores de comprimidos à venda nas farmácias."

Dissolver e mastigar

Há quem aposte em deixar o comprimido no copo com água para evitar ter que engoli-lo ou em vez disso partem para a mastigação. Porém, as práticas não são aconselhadas pelos médicos. Segundo o clínico geral, pode haver perda da medicação quando ela é diluída em água e a pessoa ainda corre o risco de ficar com gosto ruim na boca. "Quando o paciente começa um tratamento, é muito provável que ele desista no meio do caminho caso sinta o gosto ruim que o comprimido deixa quando ele é dissolvido", alerta Flávio Tocci.

E não é diferente quando a opção escolhida for a de mastigar o comprimido. O contato direto do medicamento com a língua pode acentuar o seu sabor e fazer o gosto impregnar na boca. Além disso, a prática pode dificultar a absorção global do medicamento pelo organismo já que boa parte dele fica retido na língua. "Alguns medicamentos, como a aspirina infantil, permitem que isso seja feito, mas nesses casos o médico vai orientar o paciente."

Retirado de: http://yahoo.minhavida.com.br/conteudo/10064-Aprenda-a-tomar-comprimido-do-jeito-certo.htm
[ ... ]

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Drogas, legais ou não, acabam com os dentes



Seg, 13 Jul, 03h01


(BR Press) - Muitas drogas, tanto as prescritas como as ilegais, podem causar sérios prejuízos à saúde bucal. Estimativas sugerem que 40% das pessoas ingerem ao menos um tipo de medicamento diariamente, podem ter enfraquecimento e até mesmo na perda dos dentes.

"Uma série de remédios prescritos e também de drogas ilícitas costuma provocar a redução da saliva, gerando uma condição chamada de 'boca seca'. Isso é muito prejudicial aos dentes, porque uma das funções da saliva é controlar a população de bactérias na boca. Sem essa proteção, aumentam as chances de a pessoa desenvolver mais cáries, inflamações e infecções na gengiva, sem mencionar o impacto negativo no estado geral de saúde do paciente", diz o dentista Marcelo Rezende, membro da Sociedade Brasileira de Odontologia Estética.

Anti-histamínicos

De acordo com o especialista, além dos medicamentos prescritos para tratamento de câncer e dos contraceptivos orais, as drogas legais que mais comprometem os dentes são os anti-histamínicos (usados no tratamento de manifestações alérgicas), os remédios para tratamento de asma e os xaropes. "Enquanto o primeiro grupo costuma provocar o efeito de boca seca, alguns medicamentos para asma são altamente ácidos e podem afetar o esmalte dos dentes com seu uso prolongado", diz o Dr. Rezende. "Já os xaropes contêm muito açúcar em suas fórmulas, aumentando o risco de cáries se o paciente não escovar os dentes logo após ser medicado", alerta.

Uso de drogas + falta de higiene bucal = perda dos dentes

Na opinião de Marcelo Rezende, as drogas que mais prejudicam os dentes dos usuários são:


Cocaína

"Muitas vezes, os usuários esfregam a substância nos dentes e na gengiva. Misturada com a saliva, a cocaína resulta numa solução ácida, provocando a erosão do esmalte dental, que é a perda de tecido duro da superfície dos dentes. Essa perda é muito agressiva e pode desencadear dor, sensibilidade exagerada e comprometer a aparência do paciente".


Crack

"O crack normalmente é fumado com uma espécie de cachimbo. Ao entrar em contato direto com a boca, a fumaça danifica o esmalte, a gengiva e os nervos".


Ecstasy

"A chamada 'droga do amor' predispõe o usuário a sofrer de boca seca e bruxismo, que é o ranger involuntário dos dentes durante o sono. Toda estrutura da arcada dental pode ser prejudicada se não tratada adequadamente".


Metanfetamina.

"Essa droga é altamente ácida e uma das mais agressivas para os dentes, provocando cáries em curto espaço de tempo. Outros efeitos incluem boca seca, bruxismo e problemas mandibulares".

(*) Com informações da Press Página Projeto de Comunicação.


Retirado de: http://br.noticias.yahoo.com/s/13072009/11/saude-drogas-legais-ou-nao-acabam.html

[ ... ]

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Vantagens da Manipulação de Medicamentos em Relação aos Medicamentos Industrializados

A manipulação farmacêutica de medicamentos hoje ocupa 30% do mercado nacional de venda de e a tendência é que ocupe um espaço cada vez maior. Apesar de ter sido a primeira forma de preparar medicamentos conhecida, foi suplantada pela produção industrial e agora retorna devido aos seus benefícios em detrimento da produção em larga escala. Ainda existem muitas dúvidas sobre às vantagens dos manipulados em relação aos industrializados, sendo necessário um maior esclarecimento dos aspectos envolvidos.


O medicamento industrializado sempre possuiu a vantagem de ser produzido em larga escala através de automação e passar por complexo controle de qualidade, tendo uma menor variação em seus parâmetros quantitativos e qualitativos e um maior prazo de validade. A desvantagem é que são vendidos volumes específicos do medicamento em formas específicas a despeito da necessidade real de cada paciente, o que inviabiliza a personalização da fórmula.


O medicamento manipulado, por ser fracionado no local de aviamento permite que a fórmula e a forma farmacêutica possam ser adaptadas de acordo com a necessidade, tornando o tratamento mais eficaz e adequado as individualidades. Também evita o desperdício, pois se pode adaptar a quantidade ao tempo de tratamento. Isto evita inclusive o acúmulo de restos de medicamentos antigos em casa que acabam compondo a “farmacinha caseira”, altamente perigosa devido aos riscos da automedicação.


A pesquisa e o desenvolvimento científico permitem atualmente a produção de uma infinidade de formas farmacêuticas que eram antes impossíveis de serem utilizadas em manipulação. Além disso, a legislação se tornou mais rigorosa com as farmácias de manipulação através da RDC nº 214 de 12 de dezembro de 2006 que dispões sobre boas praticas de manipulação de medicamentos para uso humano em farmácias, elevando os padrões de qualidade do processo. Dessa forma, a qualidade do medicamento manipulado tem subido muito, tornando ainda mais vantajoso o seu uso em relação aos industrializados.


Link para RDC nº 214: http://www.anvisa.gov.br/legis/resol/2006/rdc/214_06rdc.htm



João Paulo Loureiro Damasceno


jpldamasceno@yahoo.com.br

www.boticafarmaceutica.blogspot.com


[ ... ]